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Panorama de mercado 10/10/2012 às 8h33

10/10/2012

Agenda

Reunião do G7

EUA: estoques no atacado para agosto; livro bege do FED; novos pedidos de empréstimos hipotecário para a semana passada; resultado do orçamento público para setembro; discurso de Daniel Tarullo, membro do FED; discurso de Richard Fisher, presidente do FED de Dallas; discurso de Naryana Kocherlakota, presidente do FEd de Minneapolis.

Europa: produção industrial da França e da Itália para agosto; índice WPI de preços no atacado para a Alemanha referente a setembro;

Ásia: relatório de emprego da Austrália referente a setembro; encomendas à indústria ( ex navios e outros) para o Japão referentes a agosto; ata da última reunião de política monetária do Banco Central do Japão (BoJ); empréstimos bancários do Japão referentes a setembro.

Brasil: último dia da reunião do Copom; IPC da FIPE referente a 1a. quadri/outubro; IGPM da FGV referente a 1a. prévia de outubro; pesquisa industrial mensal de salário e emprego do IBGE para agosto; pesquisa mensal de comércio do IBGE para agosto; resultado do fluxo cambial semanal do Banco Central.

Mercados

As bolsas de valores da Ásia fecharam em baixa, com exceção da bolsa de Xangai, que teve alta moderada. Na Europa, as principais bolsas estão em queda moderada às 8h32. Os futuros de Wall Street operam em leve baixa no mesmo instante. Vale lembrar que o índice Ibovespa fechou em queda de 0,64% aos 58.939 pontos ontem.

Conjuntura

Parece que o mercado começa a “cair na real”. Comenta-se que o quadro macroeconômico mundial não justifica que os índices de ações estejam, nesse momento, próximos às suas máximas históricas. Os alertas de vários organismos internacionais como FMI, BCE entre outros a respeito da fraqueza e perspectivas pessimistas para a economia mundial no curto prazo indicam essa possibilidade.

Brasil

No Brasil, o raciocínio não pode ser diferente, pois a economia local não pode descolar-se de maneira expressiva da tendência determinada pelo exterior. Vale lembrar que a China, também parece se render ao quadro de desaceleração econômica mais forte.

Entretanto, o governo brasileiro tem procurado neutralizar essa tendência ao implementar várias medidas de estímulo, inclusive tendo reduzido expressivamente a taxa básica de juros local recentemente. Até onde terá sucesso nessa empreitada é difícil de afirmar.

Entretanto, a bolsa de valores local deve sofrer as intempéries determinadas pelo comportamento das bolsas internacionais, com destaque para as ações ligadas ao desempenho dos preços das commodities.

Por outro lado, como tem sido a praxe, as ações ligadas ao mercado interno têm se destacado relativamente a essas outras, com exceção do setor bancário e elétrico, por força da atuação do governo para reduzir, respectivamente, taxas de juros dos empréstimos e tarifas – para ambos os setores nesse último caso.

IBOV

O índice Ibovespa tem caminhado dentro de um canal de baixa de curtíssimo prazo, como pode ser observado pelo seu gráfico candlestick diário, a seguir.

O índice, devido à grande participação de companhias ligadas ao desempenho da economia mundial como, por exemplo, ações cíclicas, dos setores de siderurgia, além das ações do setor bancário e de energia elétrica recentemente prejudicadas pela atuação do governo, está muito sujeito à influência dos mercados internacionais.

O Ibovespa mostra suporte nos 58.325 pontos. Caso perca o suporte definido pelo canal de baixa, pode testar os 57.515 pontos. Por outro lado, o índice indica forte resistência na faixa dos 59.624 pontos.

PETR4

O preço da ação também tem caminhado dentro de um canal de baixa de curtíssimo prazo, como pode ser observado pelo seu gráfico candlestick diário, a seguir.

O risco é o preço da ação perder o suporte dos R$ 21,90/ação, determinado pelo canal de alta de médio prazo, conforme delineado no gráfico. A perda desse suporte pode determinar queda mais expressiva da ação. Por outro lado, caso consiga romper a resistência do canal de baixa, deverá encontrar forte resistência na faixa dos R$ 23,34/ação.

Vale lembrar que segunda-feira, 15/10, ocorre o vencimento de opções do mês de outubro; o que deve potencializar a volatilidade sobre os preços da ação e para a bolsa como um todo.

Bons negócios!

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