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Férias de Julho – 08/07/13 às 7h08

Olá amigos,

Estarei em férias a partir de hoje até 12/08/13.

Até lá.

Abraços

Luiz Rogé

Panorama de mercado semanal – 01/07/13 às 8h45

Renda Variável

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Renda Fixa – Brasil

Depois de várias semanas seguidas de alta, as taxas de juros dos DI’s deram um refresco na semana que passou, apontando leve recuo frente aos ajustes da semana anterior.

Motivo: possivelmente a forte posição assumida pelo Banco Central em seu relatório trimestral de inflação referente a junho/13, publicado na semana passada. A dura realidade de uma inflação futura mais alta, assim como uma taxa de câmbio mais desvalorizada, reconhecida pela autoridade monetária no seu relatório levou o mercado a relativizar suas projeções e diminuir a incerteza frente a um banco central que aparentava estar totalmente “amarrado” aos desígnios eleitorais da presidência da república.

Veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 01/07/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 24/06/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_01-07-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_01-07-13 longa semanal

Taxa Selic

O mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 8,57% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em 09 e 10/07 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 01-07-13 semanal

Vale observar que as taxas Selic projetadas para as reuniões de 27 e 28/08 e de 08 e 09/10 continuaram em alta ao longo da semana passada, apesar do “choque de credibilidade” proporcionado pelo relatório trimestral de inflação do Banco Central.

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Panorama de mercado semanal – 24/06/13 às 7h47

Renda Variável

As coisas se complicaram tanto do ponto de vista de fundamentos, que o Ibovespa teve mais uma semana de forte queda. As quedas das bolsas de valores mundiais (Europa, Ásia e nos EUA) fazem parte de um script que o mercado não queria enxergar – ou aceitar. Os estímulos monetários concedidos pelos EUA no pós crise de 2008 começam a cobrar o seu “tributo”. E o Brasil, pego no contrapé irá sofrer um bocado com a situação.

Talvez a melhor perspectiva para se analisar a bolsa de valores nesse momento seja do ponto de vista grafista, uma vez que do ponto de vista fundamentalista, a perspectiva continua de queda.

O fato pode ser comprovado pelos gráficos do Ibovespa, a seguir. Pode-se observar o gráfico semanal dentro de um horizonte mais longo – desde a crise de 2008/2009 – e, logo abaixo, para um período aproximado de 2 anos.

IBOV_Semanal_longo_2013-06-23_1934

Índice IBOVESPA Semanal longo

IBOV_Semanal_curto_2013-06-23_1937

Índice IBOVESPA Semanal curto

Renda Fixa – Brasil

A perspectiva de que o Banco Central determine um ajuste mais vigoroso da taxa Selic para combater tanto a alta do dólar quanto a inflação, fez com que na semana passada ocorresse forte alta nas taxas de juros dos DI’s de vencimentos mais longos.

Sem muita novidade para essa semana: o estresse deve continuar. Só mesmo uma efetiva  e farta oferta de instrumentos dolarizados – inclusive até do disponível – para hedge pelo BCB pode conter a alta do dólar, uma vez que este perdeu a batalha no terreno da ancoragem das expectativas dos agentes.

Veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 24/06/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 17/06/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_24-06-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_24-06-13 longa semanal

Taxa Selic

Com o forte choque nos juros dos DI’s, as taxas Selic projetadas pelo mercado também dispararam.

O mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 8,76% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em 09 e 10/07 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 24-06-13 semanal

Vale notar que as projeções da taxa Selic para as futuras reuniões do Copom já encostam nos 10% aa.

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Panorama de mercado semanal – 17/06/13 às 7h37

Renda Variável

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Renda Fixa – Brasil

Com a esticada do dólar, apesar dos sucessivos leilões de swap cambial, as taxas de juros dos DI’s futuros dispararam, com destaque para os de prazos mais longos.

A dúvida fica em relação ao “tamanho” do ajuste necessário na taxa Selic para “botar a casa em ordem”. O quadro é de preocupação e a incerteza muito grande; daí o forte ajuste nas taxas dos DI’s mais longos.

Veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 17/06/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 10/06/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_17-06-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_17-06-13 longa semanal

Taxa Selic

O mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 8,54% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em 09 e 10/07 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 17-06-13 semanal

Vale notar que as projeções da taxa Selic para as futuras reuniões do Copom superaram, novamente, as registradas no início da semana passada.

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Panorama de mercado semanal – 10/06/13 às 8h00

Renda Variável

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Renda Fixa – Brasil

O câmbio e a perspectiva da taxa de juros Selic têm representado a grande preocupação do mercado no curto prazo. Apesar do refresco momentâneo proporcionado pela taxa de inflação de maio, quando o IPCA ficou em 0,37% (e em doze meses 6,50%), a perspectiva para o mês que vem é preocupante. O teto da meta deverá ficar para traz.

A continuidade de declarações desencontradas entre as várias autoridades econômicas estressa o mercado.

Veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 10/06/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 03/06/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_10-06-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_10-06-13 longa semanal

O Banco Central do Brasil resolveu acordar de seu sono letárgico e reconheceu a gravidade da situação na ata da última reunião do Copom; que o levou a aumentar a taxa Selic em 50 p.b. Além disso, tentou, sem muito sucesso, acalmar o mercado de câmbio, ao prover hedge em moeda e em swap cambial para o mercado. Resta ao país adaptar-se a um dólar mais caro, e ao mercado apostar na intensidade e duração ciclo de alta da taxa Selic.

Taxa Selic

O mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 8,45% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em 09 e 10/07 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 10-06-13 semanal

Vale notar nova alta nas projeções da taxa Selic para as futuras reuniões do Copom frente às registradas no início da semana passada.

É, infelizmente (ou felizmente) começaremos a perceber que não éramos tão ricos quanto pensávamos…

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Panorama de mercado semanal – 03/06/13 às 8h00

Renda Variável

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Renda Fixa – Brasil

O Banco Central do Brasil (BCB) preferiu aumentar a Selic em 0,50 p.p. na reunião do Copom realizada na semana passada. Segundo seu presidente, Alexandre Tombini, o BCB será implacável com a inflação…

Uma forte mudança no posicionamento da instituição que vinha meio sem saber que atitude tomar frente à inflação e ao encaminhamento da gestão econômica do país pelo Planalto. A sinalização foi forte o suficiente para fazer o mercado “arrepiar” e abrir as taxas de todos os vencimentos de DI futuro na BM&F.

Nessa semana, quando da publicação da ata da reunião do Copom, será possível aferir os motivos e razões que levaram o BCB a intensificar a alta da taxa Selic.

Veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 03/06/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 27/05/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_03-06-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_03-06-13 longa semanal

Problemas à frente

A situação da economia brasileira como um todo não é das melhores, dentro de um contexto internacional de valorização da moeda norte-americana. O que deve obrigar o país a sacrificar algo de suas polpudas reservas externas se quiser “administrar” a cotação do dólar frente ao real e, assim, impedir maior pressão na inflação.

Além disso, agora, não se pode nem ao menos escolher entre mais crescimento econômico em troca de um pouco mais inflação, porque esse momento já passou e o crescimento não ocorreu; tendo a opção de política econômica empregada colhido apenas espinhos e poucos benefícios – se é que houve algum.

O governo mostra muita desenvoltura para gastar e parece ter esquecido que para mudar o padrão de crescimento até então adotado – baseado no consumo – irá precisar de poupança pública e privada para investir; a qual não está disponível na proporção requerida e necessária para combater a perda de competitividade da indústria local e insuficiência da oferta. Dessa forma, a equação de crescimento econômico sustentado para o país fica difícil de fechar, já que o controle da inflação e das contas externas estão ameaçados.

Taxa Selic

O mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 8,38% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em 09 e 10/07 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 03-06-13 semanal

Vale notar nova alta nas projeções da taxa Selic para as futuras reuniões do Copom frente às registradas no início da semana passada.

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Panorama de mercado semanal – 27/05/13 às 7h34

Renda Variável

Por favor, acesse o meu comentário semanal “O perigo mora ao lado?” em

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Renda Fixa – Brasil

Situação econômica cada vez mais complicada para o governo, mesmo com o refresco causado pela prévia da inflação de maio, onde o IPCA-15 atingiu 0,46%, trazendo o acumulado em 12 meses para 6,46% (IPCA-15).

Conforme ressaltado no comentário para renda variável,

”A convivência com uma inflação mais alta, além de políticas econômicas (fiscal e monetária) de resultados duvidosos, contribuem para aumentar a incerteza sobre a direção da economia brasileira e patamar do crescimento econômico local.

O governo vem exercitando uma política fiscal expansionista, ao sacrificar a meta de superávit fiscal estabelecida anteriormente. O aumento das despesas correntes do governo, sua política de reduções tarifárias, renúncias fiscais e desoneração das folhas de pagamento de certos setores tem ajudado pontualmente no combate à inflação, mas a um preço muito alto: queda na credibilidade e efetividade de uma política fiscal alinhada com a manutenção de bons fundamentos para a economia.

Ademais, a redução da “poupança do governo” com a manutenção do padrão atual de consumo da sociedade têm feito com que o déficit em conta corrente (setor externo) do país aumente na mesma proporção, indicando que o valor do dólar pode vir a ser pressionado para cima; o que obrigaria o governo a atuar de maneira recorrente no câmbio, desfazendo-se de parte de suas reservas externas, e a dar continuidade ao ciclo de alta da taxa Selic para impedir que a inflação se descole expressivamente do teto da meta de 6,50% a.a. estabelecida pelo governo.”.

Essa perspectiva, marcada pela incerteza, fez “abrir”, com maior vigor, as taxas de juros dos DI’s de prazos mais longos como poderá ser notado em seguida.

Além disso, apesar de não se esperar nenhuma surpresa para a reunião do Copom marcada para essa semana – quando se projeta uma alta de 25 p.b. na Selic -, também não dá para imaginar que o ciclo de alta da Selic venha a terminar logo e de maneira abrupta.

Veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 27/05/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 20/05/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_27-05-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_27-05-13 longa semanal

Taxa Selic

Por fim, o mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 7,85% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em 28 e 29/05 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 27-05-13 semanal

Vale notar nova alta nas projeções da taxa Selic para as futuras reuniões do Copom frente às registradas no início da semana passada.

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Panorama de mercado semanal – 20/05/13 às 8h01

Renda Variável

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Renda Fixa – Brasil

Caso o FED venha mesmo a “desarmar” a sua política monetária de expansão desenfreada ainda esse ano, teremos um cenário mais complicado para a administração da política monetária brasileira. Isso já pode ser notado pela maior valorização do dólar frente ao Iene e euro; o que, ao final, poderá se traduzir em pressão baixista sobre o valor do Real internamente.

Dada a atual conjuntura de inflação rígida para baixo no Brasil, o Banco Central (BCB) terá que atuar mais firmemente sobre o dólar – já que sobre os juros o ajuste já se iniciou na última reunião do Copom – para não sancionar maior pressão na inflação.

Por isso, não se pode descartar maior pressão de aumento do patamar dos juros Selic no curto prazo pelo BCB, uma vez que o nível da Selic também pode fortalecer o real frente ao dólar contribuindo na frente de combate à inflação local.

O fato é que o mercado já acirrou sua expectativa de inflação para 2013 e 2014 – vide relatório Focus em http://www.bcb.gov.br/?FOCUSRELMERC – o que é sinal de que as coisas não vão bem e o BCB falha novamente na sua função de ancoragem das expectativas…

Por outro lado, o BCB trabalha premido pela necessidade de não abortar a retomada do crescimento econômico local ao combater a inflação, tentando segurar a cotação do dólar e aumentando a taxa de juros Selic. Eu não gostaria de estar na pele do presidente do BCB nesse momento…

Taxa Selic

O mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 7,87% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em 28 e 29/05 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 20-05-13 semanal

Como se nota, as taxas Selic projetadas para as próximas reuniões do Copom tiveram aumento frente às da semana que passou em decorrência do imbróglio de política econômica no qual o governo se meteu.

Por fim, veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 20/05/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 13/05/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_20-05-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_20-05-13 longa semanal

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Panorama de mercado semanal – 13/05/13 às 8h00

Renda Variável

Na sequência de indicadores macroeconômicos frágeis para o país (déficit da balança comercial, aumento na margem de 0,70% na produção industrial de março , resultado fiscal do governo), a bolsa brasileira deu sequência ao comportamento volátil – já usual em nosso mercado.

A semana foi “traiçoeira” para o comportamento das ações, pois ao longo dos dias pareceu que iria reverter a tendência predominante de baixa; mas não foi o que aconteceu.

Não se pode deixar de mencionar a “contribuição” de OGXP3 para a volatilidade da bolsa local na semana que passou, uma vez que o sobe e desce do preço da ação “enlouquece” qualquer um.

O que o índice Ibovespa ganhou nos primeiros pregões da semana, devolveu nos últimos, e com maior intensidade, já que no acumulado semanal o Ibovespa apresentou queda frente ao desempenho da semana anterior.

E a performance negativa aconteceu a despeito do excelente desempenho das principais bolsas internacionais, que romperam novamente suas máximas históricas.

Portanto, a menos de notícias locais que mobilizem os investidores para a compra, ficará cada vez mais difícil para o índice à vista romper a resistência determinada pelo teto do canal de baixa situado nos 56.270 pontos.

Vale observar que nem a resistência dos 55.520 pontos o Ibovespa conseguiu superar na semana passada…

Veja a seguir os gráficos candlestick diário  e semanal do índice Ibovespa até 10/05/13.

Diário

IBOV_Diario_2013-05-12_1328

Semanal

IBOV_Semanal_2013-05-12_1333

Renda Fixa – Brasil

A inflação de abril, medida pelo IPCA ficou em 0,55% no mês, levando o acumulado nos últimos 12 meses para 6,49% – “um milímetro” abaixo do teto da meta estabelecida pelo governo com aceitável. O item alimentos que pressionou muito a inflação até esse momento começa a dar sinais de desaceleração, fazendo com que o governo projete uma inflação em queda para os próximos meses.

Resta observar que o mercado ainda possui dúvidas frente ao comportamento futuro da inflação, após o refresco obtido pelos alimentos, já que a inflação continua muito disseminada  entre os seus vários componentes.

Nesse sentido, o mercado ainda projeta aumentos futuros da taxa Selic (vide seção Taxa Selic), a qual ameaça fechar 2013 acima dos 8% aa.

As curvas de juros spot e a termo aumentaram sua inclinação na semana que passou, com destaque para as taxas de juros dos DI’s longos. A incerteza frente ao rumos da economia brasileira e mundial, assim como o comportamento negativo da inflação esperado para 2014, faz com que os prêmios de risco se elevem para o longo prazo.

Esse comportamento pode ser explicado pelo objetivo político do governo de fazer o que for possível para manter o crescimento do PIB em 2013, tendo em vista as eleições de 2014. Essa estratégia pode contribuir para arranhar mais ainda a credibilidade do Banco Central do Brasil, gerando mais incertezas à frente.

Veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 13/05/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 06/05/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_13-05-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_13-05-13 longa semanal

Taxa Selic

Por fim, o mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 7,83% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em 28 e 29/05 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 13-05-13 semanal

Isso deixa claro que o mercado manteve praticamente os mesmos patamares da semana passada em relação à Selic projetada para as próximas 3 reuniões do Copom. Entretanto, como se pode notar quando falamos dos DI’s há pouco, as suas taxas de juros tiveram forte aumento para os prazos mais longos. Nesse sentido, o mercado, “joga para a frente” a sua expectativa de aumento mais forte nas taxas de juros.

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Panorama de mercado semanal – 06/05/13 às 8h33

Renda Variável

O panorama na zona do euro, com a redução de 25 p.b. de sua taxa básica de juros, aliada à expectativa de novas medidas de estímulo para reverter a perspectiva de baixo crescimento no continente animaram as bolsas de valores da Europa semana passada.

Entretanto, nota-se que o crescimento econômico mundial não apresenta perspectivas muito favoráveis dado os resultados  negativos dos índices PMI da indústria tanto para a zona do euro, China e EUA divulgados na semana que passou.

Nos EUA, o FED deu indicações de que pode até aumentar seu programa de estímulos à economia, dado o crescimento abaixo do esperado registrado pelo PIB do país, referente ao 1TRI/13 há alguns dias e o fraco desempenho de indicadores econômicos (PMI de abril) divulgados ao longo da semana passada.

Apesar desses resultados, o país criou mais empregos do que o esperado em abril, tendo registrado criação de 165 mil postos de trabalho. Isso foi o suficiente para fortalecer as bolsas locais e garantir mais uma semana de alta para elas.

No Brasil, o Ibovespa registrou alta na semana (+2,28%), mas apresentou volatilidade tendo terminado a semana com direção indefinida e leve ganho no pregão (+0,30%) de sexta-feira – depois de ter registrado alta de 1,89% na máxima do dia.

As perspectivas para a economia brasileira continuam nebulosas, com diminuições sucessivas da taxa do crescimento do PIB esperada para 2013, que já está projetada abaixo dos 3%. Além disso, a mudança explícita no encaminhamento da política fiscal do governo tem deixado os investidores apreensivos e começa a arranhar a credibilidade de um dos suportes do tripé no qual a política econômica do país vinha se sustentando.

Veja a seguir os gráficos candlestick diário  e semanal do índice Ibovespa até 03/05/13.

Diário

IBOV_diario_2013-05-04_1545

Nota-se a existência de forte resistência do Ibovespa na faixa dos 55.520 pontos. Conforme pode ser percebido pelo gráfico diário, o índice vem apresentando dificuldade para romper essa resistência há cerca de 2 semanas.

Semanal

IBOV_semanal_2013-05-04_1548

Percebe-se que, apesar da forte recuperação na semana passada, o índice Ibovespa não teve força para superar a resistência assinalada no gráfico semanal – na faixa dos 55.520 pontos. Além disso, conforme ressaltado no Panorama de mercado semanal – 29/04/13 às 8h31, o Ibovespa ainda precisa romper, de fato, a resistência desse canal de baixa – nos 56.270 pontos – para configurar uma reversão de sua tendência baixista.

Renda Fixa – Brasil

O desenho traçado pela política fiscal do país, além da resistência (para baixo) da inflação faz com que o mercado de juros apresente forte potencial de volatilidade e incerteza. Não se engane pela aparente calma registrada na semana passada.

O Copom elevou a taxa Selic em 0,25 p.b., para o patamar de 7,50% aa, há alguns dias, sinalizando que estaria “de prontidão” para combater a insistência da inflação local em permanecer em patamar acima do desejado. Entretanto,  o mercado continua em dúvida quanto à intensidade e a duração do ajuste a ser feito na taxa Selic, em um ambiente de clara fraqueza e incerteza nos rumos da recuperação da economia mundial.

Nota-se que houve leve aumento da inclinação da curva de juros spot ao longo da semana passada para os DI’s de prazos mais curtos, enquanto que os de prazos mais longos registraram diminuição. Além disso, percebe-se que o mercado elevou ligeiramente o patamar esperado para a taxa Selic a ser definida na próxima reunião do Copom, marcada para 9 e 10/07.

Veja, a seguir, os gráficos e tabelas das taxas de juros referentes tanto aos DI’s curtos quanto aos DI’s longos, ajustadas para 06/05/13. Vale observar também, o grau do ajuste nas taxas de juros, realizado pelo mercado na semana passada em relação às taxas ajustadas para 29/04/13.

DI’s de prazos curtos

Curvas_06-05-13 curta semanal

DI’s de prazos longos

Curvas_06-05-13 longa semanal

Taxa Selic

Por fim, o mercado terminou a semana passada projetando uma taxa Selic de 7,82% aa para a próxima reunião do Copom – a ser realizada em  9 e 10/07 – , conforme pode ser aferido pelo gráfico, a seguir.

TSelic 06-05-13 semanal

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